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sábado, 22 de agosto de 2009

ACADEMIA ESTUDANTIL DE LETRAS ANTONIO FRANCISCO


PATRONO - ANTONIO FRANCISCO TEIXEIRA DE MELO"A cultura forma sábios; a educação, homens."
FUNDADA EM VIII - XII - MMVIII

O município de Apodi testemunhou no dia 8 de dezembro de 2008(QUINTA-FEIRA), o nascimento da primeira Academia Estudantil de Letras do Rio Grande do Norte e do Nordeste e a única depois de São Paulo. Após exatos oito meses de sua implementação na Escola Municipal Professora Lourdes Mota, a confraria foi concebida em solenidade que contou com a presença de figuras ilustres da literatura potiguar.A Academia Estudantil Poeta Antônio Francisco é uma corporação de estudantes interessados no estudo de Literatura e na prática de leitura. Com as adaptações necessárias, a AEL segue os moldes de uma autêntica Academia de Letras, onde os estudantes escolhem patronos e ocupam cadeiras literárias.A proposta possibilita que os envolvidos realizem estudos e participem de reuniões acadêmicas. Segundo a presidente, professora Rokátia Kleanea, a partir do ano que vem a coordenação planeja a organização e realização de saraus, passeios culturais, concursos literários e a apresentação mensal de seminários."Assim como nas academias convencionais, os jovens acadêmicos "imortalizarão" os seus patronos, na medida em que, ao saírem da AEL, ao longo do processo, por qualquer que seja o motivo, serão substituídos pelos suplentes que, a partir do momento em que decidirem sê-lo, já passarão a freqüentar a Academia e a acompanhar os titulares nos estudos literários, para posteriormente assumirem a cadeira pretendida", explicou Rokátia.
JOVENS IMORTAISI
nicialmente, a AEL Poeta Antônio Francisco será constituída por 17 alunas acadêmicas, representando nomes importantes da Literatura Potiguar, autores clássicos e atuais, incluindo a literatura popular, com representatividade proporcional, em relação à poesia e à prosa.A idéia de inserir o projeto na escola surgiu depois de Rokátia conhecer a história da AEL Padre Antônio Vieira, primeira Academia Estudantil de Letras do Brasil, criada no ano de 2005, na Escola Padre Antônio Vieira, instituição da rede municipal de ensino de São Paulo (SP), onde lecionava a idealizadora do projeto, a notável Prof.ª Maria Sueli Fonseca Gonçalves.
QUADRO ACADÊMICOADEIRA Nº 1:
ANTÔNIO FRANCISCO

Antônio Francisco Teixeira de Melo, natural de Mossoró-RN, nascido a 21 de outubro de 1949, filho de Francisco Petronilo de Melo e Pêdra Teixeira de Melo. Graduado em História pela
Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Poeta popular, cordelista, xilógrafo e compositor, ainda confecciona placas. Aos 46 anos, muito tardiamente, começou sua carreira literária, já que era dedicado ao esporte, fazia muitas viagens de bicicleta pelo Nordeste e não tinha tempo para outras atividades. Muitos de seus poemas já são alvo de estudo de vários compositores do Rio Grande do Norte e de outros estados brasileiros, interessados na grande musicalidade que possuem. Em 15 de Maio de 2006, tomou posse na Academia Brasileira de Literatura de Cordel, na cadeira de número 15, cujo patrono é o saudoso poeta cearense - Acadêmica: GLÊNIA ELLEN SOARES DA COSTA. Conheço esse poeta desde menino quando jogavamos bola nas comunidades de Lagoa de Pau, Serrote, Morcego, Camurim e tantas outras, alias, corriamos atrás dela, tendo em vista que nós dois nunca fomos bons jogadores de futebol, o exemplo está aí, eu fui ser policial militar e ele poeta


CADEIRA Nº 2: LUÍS DA CÂMARA CASCUDO - Acadêmica: NATÁLIA DA SILVA ARRUDA



CADEIRA Nº 3: VALTER DE BRITO GUERRA - Acadêmica: ROKÁTIA LORRANY N. MARINHO



CADEIRA Nº 4: JOSÉ MARTINS DE VASCONCELOS - Acadêmica: KARINE PÉRSIA DE LIMA GAMA



CADEIRA Nº 5: JOSÉ LEITEA - Acadêmica: MARIA ISABELA DE OLIVEIRA



CADEIRA Nº 6: MARCOS PINTO - Acadêmica: MARINA

Natural de Santana do Acaraú (CE), 41 anos, casado, pai de três filhos. Um cearense que tem Mossoró como sua terra por adoção. Engenheiro, escritor, poeta, cronista. Mas, gosta mesmo de ser apresentado, e saudado, como professor. Ensina na UERN – Universidade do Estado do Rio Grande do Norte e da UnP – Universidade Potiguar. Segundo ele, é nesse exercício que se realiza plenamente. Um dos idealizadores do Projeto Pedagogia da Gestão, com várias realizações voltadas para gestão, educação e cultura.
Cronista semanal do Jornal Gazeta do Oeste (Mossoró-RN), resenhista literário do Jornal Literário Mensal O Clandestino, Menção honrosa do Prêmio de Poesia Luiz Carlos Guimarães 2003, promovido pela Fundação José Augusto – Natal/RN. No prelo, ainda inéditos, um livro de poesia e outro de contos e crônicas. engenheiro e escritor Antônio Clauder Alves Arcanjo, nascido em Santana do Acaraú - CE, aos 3 de março de 1963. É cronista, resenhista, literário e colaborador de sites, revistas e jornais em vários estados do País. Em 4 de agosto de 200 tomou posse como membro do Instituto Cultural do Oeste Potiguar (ICOP). Conheça um pouco da vida deste escritor que criou um selo editorial e se tornou uma importante figura da cultura mossoroense.
Eu sou um cearense-mossoroense, nascido no Ceará, mas radicado desde 1986 em Mossoró, município este que me abraçou e me acolheu. Inclusive, já recebi o título de cidadão mossoroense.

CADEIRA Nº 7:
CLAUDER ARCANJO -Acadêmica: KATHERINE LAUCIENE CARLOS
CADEIRA Nº 8: AUTA DE SOUZA - Acadêmica: FRANCISCA WILIANNE DA COSTA SILVA
CADEIRA Nº 9: ZILA MAMEDE - Acadêmica: BÁRBARA MICHELLE PINTO MARINHO
CADEIRA Nº 10: MARIA AUXILIADORA MAIA - Acadêmica: BRUNA RAFAELA GOMES DE PAIVACADEIRA Nº 11: DORIAN JORGE FREIRE - Acadêmica: LÍVINA PAIVA DE MORAIS
CADEIRA Nº 12: VICENTE SEREJO - Acadêmico: RAIMUNDO JOVINO DE OLIVEIRA NETO
CADEIRA Nº 13: DIÓGENES DA CUNHA LIMA - Acadêmica: HELLEN JAMILLY BENEVIDE
CADEIRA Nº 14: JERÔNIMO VINGT-UN ROSADO - Acadêmica: LUÍSA MARIA DE ALMEIDA COSTA
CADEIRA Nº 15: FRANCISCO MARTINS - Acadêmica: DANIELE DA SILVA LIMA
CADEIRA Nº 16: HOMERO HOMEM HOMERO HOMEM DE SIQUEIRA CAVALCANTI, Nasceu no Engenho Catu, de propriedade de seu pai - no município de Canguaretama, Estado do Rio Grande do Norte - em 05 de Janeiro de 1921. Descendente de velhos troncos, formadores do nordeste e do Brasil, que enfeixam sangue judeu, português e italiano. Um de seus ancestrais, Mascarenhas Homem, capitão-mor de Penambuco, foi o fundador do Forte dos Reis Magos, à entrada da Barra de Natal e trampolim da ocupação lusitana do Rio Grande do Norte até o Amazonas.
É co-fundador da seção carioca da União Brasileira de Escritores, da qual foi secretário, e fundador da Associação dos Escritores Profissionais da Guanabara, ao lado de Adonias Filho, José Louzeiro, Rachel de Queiroz, Carlos Drummond de Andrade, Plínio Doyle e outros.
A obra literária de Homero Homem - onde a sua grande poesia talvez seja a nota dominante - alinha também o romance, a crônica, a novela, o conto e o teatro. São obras de sua autoria: Cabra das Rocas (Editora Ática, São Paulo), lançado em reedições dentro e fora do país, que já ultrapassam os 350.000 exemplares. Menino de Asas, também sucesso de crítica, adotado desde as escolas de ensino médio às universidades, já ultrapassando 400 mil exemplares de tiragem. Jornalista profissional, os primeiros passos foram dados ainda no Rio Grande do Norte. Homero Homem no Rio, trabalhou como redator político e repórter especial do Diário de Notícias junto a Câmara dos Deputados, além de colaborador do suplemento literário desse matutino. O Estado de São Paulo, Manchete, Última Hora, Revista do Globo, Leitura, foram as etapas posteriores de sua atividade na imprensa.
Acadêmica: ALLYNE LUYZA
CADEIRA Nº 17: CAIO CÉSAR MUNIZ - Acadêmica: THAYANNE SANTOS.

PATRONO

A primeira AEL de Apodi recebeu como patrono maior o cordelista Antônio Francisco. A escolha deste poeta pode até ter causado estranheza a alguns que não conhecem o Antônio e seu tão rico e belo trabalho. Além de um dos maiores cordelistas do Brasil, ele é também um grande compositor e já vem até sendo chamado de o “novo Patativa do Assaré”, devido à qualidade de seus versos. Como um dos maiores objetivos da nossa AEL é valorizar a cultura potiguar, torna-se mais do que justa a escolha desse importante poeta norte-rio-grandense, pois se há algo que encanta é a poesia do cordelista Antonio Francisco. Mesmo para quem não gosta de poesia, seus versos são encantadores.Outros talvez questionem o fato de não ter sido um escritor apodiense o homenageado. Vale no entanto esclarecer que vários escritores apodienses foram, sim, homenageados por nossa academia, dando nome a boa parte das 16 cadeiras literárias (ver quadro acima) e muitas cadeiras certamente ainda serão criadas em homenagem aos talentos literários apodienses e potiguares. É importante frisar ainda que a escolha dos patronos da AEL é feita pelos próprios acadêmicos e assim ocorreu com o nome do Antônio Francisco. O motivo da escolha ficou bem claro para quem esteve, ontem, na Casa de Cultura de Apodi, e pôde ver o poeta rodeado pelas acadêmicas que, encantadas, ouviam-no contar suas aventuras e declamar seus tão belos versos evidenciando a empatia, o carinho e a paixão mútua que já existe entre o patrono e as meninas.
LAMENTÁVEL
Lamento tão somente que as autoridades maiores da educação e cultura de nosso município não tenha comparecido ao evento. Não consigo entender que pessoas que se dizem intelectuais e/ou representantes do povo não apareçam, nem enviem representantes ou sequer se justifiquem a tempo por sua ausência, ao serem convidadas para um evento em que se apresenta a sociedade alternativas de se construir um mundo melhor e mais humano, afinal como diz nosso lema: "A cultura forma sábios; a educação, homens."Mas como bem disse nosso patrono Antônio Francisco, quem perdeu foram eles que deixaram de ver tão lindas representações literárias, tão belas apresentações, tão emocionantes momentos que, como afirma em seu blog o João Moacir, escreveram o nome de Apodi mais uma vez na história, desta vez por ser a primeira cidade do Nordeste a ter uma academia desse tipo e a única no país fora do estado de São Paulo. Mas a ausência dessas autoridades não conseguiu ofuscar o brilho dessa estrela que na noite de 04 de dezembro de 2008 reluziu nos céus de Apodi.
AGRADECIMENTO
Quero aqui registrar meus agradecimentos às autoridades presentes na solenidade:o poeta Antônio Francisco;o grande Caio Cezar Muniz, patrono da Cadeira 16 da AEL;o coordenador da Regional do SINTE, Pedro Filho;o Diretor da Escola Gerson Lopes, Prof. Genildo Carlos;o Diretor da Rádio Cidade FM, Fábio Soares,os representantes da Fundação Municipal da Juventude, Ilderlon Lins e Ravardierisson;a representante da União da Juventude Socialista, Célia Fernandes;o Clube de Desbravadores Maranata;os Grupos de Escoteiros de Apodi;Quero também agradecer a presença dos pais, familiares e amigos das acadêmicas e ainda dos colegas professores, sem os quais este importante momento não teria sido possível.De forma especial quero registrar minha gratidão aos companheiros que desde o começo estiveram comigo, construindo os alicerces deste importante projeto. São eles:A Profª Sueli Gonçalves, grande incentivadora e co-responsável pela criação da nossa AEL;A Mírian Wartushi, poetisa, compositora do nosso hino;O Prof. Clauder Arcanjo, nosso presidente de honra;A Profª Joelina Adriana, 1ª Secretária da AEL;A Profª Magda Silveira, Secretária da AEL;O Escritor e Jornalista Jotta Paiva, vice-presidente desta academia;O Jovem estudante Victor Lima, Diretor Social da AEL;O dedicado Prof. Genildo Souza, nosso Diretor Cultural;Não posso esquecer-me do importante apoio da Prefeitura Municipal de Apodi, da Empresa de Refrigerantes Forró e da Regional do SINTE-RN que proporcionaram a realização do importante evento na noite de ontem. E por último, mas não menos importante, agradeço aos amigos Roberto Fernandes e Júnior Costa que ajudaram de forma incondicional na produção do cerimonial ontem realizado.A todos a nossa gratidão e o desejo de que esta parceria continue para que possamos fazer desta sociedade acadêmica, não apenas mais uma agremiação literária, mas um espaço importante de construção de leitores, escritores e, principalmente, de cidadãos.
QUEM SOMOS
Um grupo de jovens estudantes interessados no estudo de Literatura e na prática de leitura. Segue, com as adaptações necessárias, o modelo de uma autêntica Academia de Letras, ou seja, os estudantes escolhem patronos e ocupam cadeiras literárias. O corpo acadêmico da AEL é formado por 17 estudantes da Escola Municipal Profª. Lourdes Mota. Os trabalhos acadêmicos são coordenados pela Profª Rokatia Kleania e pelo Vice-Presidente da AAPOL, Jotta Paiva.
O QUE É?
Trata-se de um grupo de jovens estudantes interessados no estudo de Literatura e na prática de leitura.
A Academia Estudantil de Letras (AEL) segue, com as adaptações necessárias, o modelo de uma autêntica Academia de Letras, ou seja, os estudantes escolhem patronos e ocupam cadeiras literárias.
Esses estudantes, além de realizarem estudos literários, participarão de reuniões acadêmicas e passeios culturais; organizarão e realizarão saraus, concursos literários, e apresentarão seminários sobre os seus autores; “imortalizarão” os seus patronos, na medida em que, ao saírem da escola ao final do curso, ou por outro motivo ao longo do processo, são substituídos pelos suplentes que, a partir do momento em que decidem sê-lo, já passam a freqüentar a Academia e a acompanhar os titulares nos estudos literários, para posteriormente assumirem a cadeira pretendida.QUEM PODE PARTICIPAR DA AEL?
Inicialmente participarão do corpo acadêmico da AEL 20 estudantes do Ensino Fundamental maior (6º ao 9º Ano) da Escola Municipal Profª Lourdes Mota. No entanto é nosso objetivo futuramente ampliar o grupo e abrir a participação para outros alunos, inclusive, quiçá, de outras escolas.

OS ACADÊMICOS

Os estudantes que compõem a academia são chamados de acadêmicos. Inicialmente, a Academia Estudantil de Letras Poeta Antonio Francisco será constituída por 20 (vinte) acadêmicos, que, em ato solene de posse, ocuparão 20 (vinte) cadeiras literárias, representando nomes importantes da Literatura Potiguar, autores clássicos e atuais, incluindo a literatura popular, com representatividade proporcional, em relação à poesia e à prosa.
NOSSO LEMA:
"A cultura forma sábios; a educação, homens."
Estudar nunca é demais. E quando se trata de literatura, essa atividade é ainda mais envolvente, pois a escrita, a linguagem e o joguete de palavras inebriam qualquer pessoa que se propõe a aprofundar conhecimentos. É com o objetivo de estimular a leitura, bem como o aprimoramento dos estudos literários, que os estudantes da Escola Municipal Professora Lourdes Mota, da cidade de Apodi, formaram um grupo de discussão em maio deste ano.
Hoje, esse grupo está sendo oficializado com a criação da Academia Estudantil de Letras Poeta Antônio Francisco (AEL). De acordo com a presidenta Rokátia Kleania, a AEL foi formada através de uma parceria da escola com a Academia Apodiense de Letras.
A Academia Estudantil de Letras segue os moldes de uma autêntica Academia de Letras: os estudantes escolhem patronos e ocupam cadeiras literárias; realizam estudos e participam das reuniões acadêmicas; organizam e apresentam seminários sobre os seus autores; "imortalizam" os seus patronos, na medida em que, ao saírem da escola no final do curso, ou por outro motivo ao longo do processo, são substituídos pelos suplentes, que a partir do momento em que decidem sê-lo já passam a freqüentar a Academia e a acompanhar os titulares nos estudos literários para, posteriormente, assumirem a cadeira pretendida.
Rokátia Kleania conta que a idéia surgiu quando, acessando a Internet, encontrou a AEL Padre Antônio Vieira, da cidade de São Paulo. "Eu entrei em contato com a professora Sueli Gonçalves e ela me repassou informações. A partir disso, eu tomei a iniciativa de criar um grupo de estudantes, e desde maio deste ano, estamos fazendo reuniões uma vez por semana."
Dentre os objetivos da AEL estão desenvolver o gosto pela leitura nos alunos que já possuem vocação literária e despertar naqueles que não a possuem o desejo de adquirir essa competência, promovendo a inclusão social na aquisição da linguagem e da leitura do mundo, propiciando a elevação da auto-estima como fator preponderante na obtenção de outras habilidades.
Além de conhecer e valorizar a cultura e a literatura potiguar, os alunos estão preenchendo de maneira salutar o tempo ocioso, evitando que se perca em divagações errôneas.
Segundo Rokátia, a AEL já está com atividades planejadas para o próximo ano, como visitas a museus, exposições de arte, saraus, cinemas, teatros, feiras de livro, entre outras, dentro e fora da cidade. Em janeiro, o escritor Clauder Arcanjo fará uma palestra para o grupo. "Queremos também incluir outras artes, como a promoção de oficinas de teatro. Na verdade, pretendemos mexer com a garotada para abrir o leque para ter mais contato com a cultura", afirma.
Inicialmente, a AEL será constituída por 16 acadêmicos, que, em ato solene de posse, ocuparão 16 cadeiras literárias, representando nomes importantes da literatura potiguar, autores clássicos e atuais, incluindo a literatura popular, com representatividade proporcional, em relação à poesia e à prosa.
PATRONO
A escolha do poeta Antônio Francisco Teixeira de Melo para ser patrono maior da AEL se deu pelo fato de esse poeta mossoroense ser um dos principais expoentes da literatura popular do Rio Grande do Norte.
EQUIPE COORDENADORA

Antônio Clauder Alves Arcanjo (escritor e professor universitário) - Presidente de honra

Rokatia Kleania -
Natural de Apodi-RN, Graduada em Letras, pela UERN-Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, Campus Central, Mossoró-RNc, om Pós-Graduação em Gestão Educacional. Com muito orgulhoexerce a profissão de Professora desde os 17 anos. Leciona Língua Portuguesa na Escola Estadual " Professor Gerson Lopes" , sediada em Apodi e atua na Sala de Leitura da Escola Municipal " Professora Maria de Lourdes Mota", coordenando projetos de incentivo à leitura. Assina colunas em jornais, "Gosta de Ler", e Também faz parte da "Textus" - empresa prestadora de serviços de tradução, revisão e adequação de textos. além de possuir seu blog intitulado de "DIÁRIO DE UMA PROFESSORINHA". Confira na INTERNET


- Presidente de honra


JOSÉ DE PAIVA NETO , conhecido por "JHOTA PAIVA", natural de Apodi, nascido a 17 de junho de 1982, filho de José Mendes Rebouças, nascido a 7 de março de 1949, filho de João Mendes Rebouças e Maria Francisca de Jesus; e Maria Mercês de Paiva, nascida a 20 de setembro de 1949, filha de Saturnino Victor de Paiva e Raimunda Oscarina de Paiva. Casou-se em 2000 com RAIMUNDA ROMANA DE LIMA, natural de Apodi, nascida a 3 de setembro de 1969, filha de João Braz de Oliveira e Antonia Moreira de Oliveira, com os seguintes filhos: MARIA CLARA LIMA PAIVA, nascida a 28 de setembro de 2001 e MARIA CLARICE LIMA PAIVA, nascida a 22 de fevereiro de 2006. È acadêmico de Letras na Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, Campus de Mossoró. Trabalhou por vários anos na Rádio Vale do Apodi (AM – 1030 Khz ), a Voz do Oeste, fundada em 23 de junho de 2002. de propriedade do ex-deputado federal Ney Lopes de Souza. Colunista dos jornais: “O VALE DO APODI”, de propriedade de Marcio Morais, fundado a 4 de janeiro de 2003 e do jornal “TRIBUNA DO OESTE”, impresso em Mossoró, do jornalista ISAIAS GARCIA, o conhecidíssimo SHAOLIN. E atualmente trabalho no Jornal de Fato, fundado a 28 de agosto de 2000. Editado em Mossoró. Membro e vice-presidente da Academia Apodiense de Letras, fundada em 23 de março de 2006, cadeira 23, que tem como patrono o saudoso RAIMUNDO VALDOCI DE MELO, natural de Apodi, nascido em 26 de setembro de 1948 e faleceu em 1º de janeiro de 2004, filho de Sebastião Oliveira Pinto e de Francisca Gomes de Melo. Jota Paiva é jornalista e escritor
Joelina Adriana (vice-diretora da Escola Lourdes Mota) - 1.ª secretária
Magda Silveira (professora e coordenadora pedagógica) - 2.ª secretária
João Dehon de Sousa (professor de Matemática da escola) - Tesoureiro
Victor Lima (Estudante do ensino médio - Cefet) - Diretor social
Genildo Sousa (diretor da Casa de Cultura de Apodi) - Diretor cultural

sexta-feira, 22 de maio de 2009

LIVRO PATRONO DOS EDUCANDÁRIOS DE MOSSORÓ


LIVRO PATRONO DOS EDUCANDÁRIOS DE MOSSORÓ, DE DAMIÃO SABINO


LIVRO APODI, SUA HISTÓRIA

LIVRO APODI, SUA HISTÓRIA,DE VÁLTER GUERRA DE BRITO,


segunda-feira, 11 de maio de 2009

BIBLIOTECA VÁLTER DE BRITO GUERRA - APODI

BIBLIOTECA MUNICIPAL VÁLTER DE BRITO GUERRA
Mantém viva à memória de Valter de Brito Guerra, o maior e melhor patrimônio cultural de Apodi
Rua João Nogueira, s/nº - Apodi-RN
Foi fundada em 32 DE MARÇO DE 1941 pelo então prefeito de Apodi, o Padre Origens Monte, com a denominação de Machado de Assis, cuja denominação perdurou-se de 1941 até 2003, quando a Câmara Municipal aprovou unanimidade o Projeto de Lei do vereador Antonio de Souza Maia Júnior e o Prefeito José Pinheiro Bezerra aprovou o referido projeto o qual originou a Lei Nº dando nova denominação a Banda de Musica, passando a ser chamada de biblioteca pública municipal VÁLTER DE BRITO GUERRA.
Sediada na Rua Manuel Nogueira, s/nº - Centro, porém, antes já havia sido instalada no antigo prédio do IBGE, na Rua Nossa Senhora da Conceição, posteriormente funcionou por vários anos na Praça Francisco Pinto, prédio onde funcionou a Câmara Municipal, depois funcionou na Rua Raimundo Nonato. No Bairro Malvinas.
A biblioteca Valter Guerra funciona diariamente pela manhã, à tarde e à noite, atraindo cerca de 300 estudantes, pesquisadores e leitores de romances.
A biblioteca Municipal possui um acervo de mais de cinco mil livros de romances, literaturas, enciclopédias e livros de atualidade.
Em 1993 a biblioteca Valter Guerra estava quase fechando e o prefeito José Pinheiro Bezerra, em seu primeiro mandato (1993/1996) providenciou novas instalações com novos móveis para acomodar os livros.
Infelizmente não foi possível conseguir a relação de todos os coordenadores da Biblioteca Pública Municipal de Apodi, apenas conseguimos os nomes de alguns deles, assim vejamos:
1993 – JOSÉ NARCISIO GUERRA
1999 – Maria Alzeneide de Oliveira
Acreditamos que a Biblioteca bem estrutura e eficiente numa cidade é um significativo estimulo à motivo de honra e orgulho de um povo que ama o conhecimento, a sapiência.
Ciente disso, as Bibliotecas públicas do município de Apodi – VÁLTER DE BRITO GUERRA, como também da Academia Apodiense de Letras, locada na Casa de Cultura Popular de Apodi, decidem formar parceria no intuito, de juntas, trabalharem para alcançar objetivos em comuns como, o de melhorar seu acervo para pesquisas (obras, documentário, periódicos, fragmentos literários norte-rio-grandense, etc), melhoria no seu ambiente físico, tendo em vista o mínimo de conforto para seus freqüentadores e, principalmente, trabalhar definitivamente para a inclusão digital e acesso a Internet, proporcionando aos seus usuários e funcionários uma autualização constantes das novas metodologias de pesquisas e acesso direto em tempo real das informações e conhecimentos na atualidade
Entendemos que a participação da sociedade civil organizada, órgãos públicos e outros agentes poderão participar diretamente nestes movimentos de apoio a educação, cultura e, principalmente no fortalecimento das nossas bibliotecas públicas com o propósito de ampliar a dimensão da responsabilidade social de empresas e dos voluntários amigos da biblioteca e amantes do livro. E, por fim, valorizar e destacar a instituição BIBLIOTECA PÚBLICA, como um dos principais símbolos do patrimônio histórico-cultural humano, incentivadora do exercício intelectual e da cidadania, de um povo forte e de todas as forças vivas da sociedade.
É uma vergonha para o Apodi, uma cidade com quase 40 mil habitantes, infelizmente, ainda não possui uma Biblioteca Municipal à altura de seu povo, que nem sequer tem uma sede própria, vive de rua em rua, como já falei anteriormente. De 1982 até hoje a biblioteca já esteve em cinco endereços e nem sequer possui um computador e seu acervo é limitadíssimo, de apenas cinco mil livros, porém, bons livros, são muitos poucos, daí se faz necessário que a população faça doação de livros a instituição, já que o Poder Executivo, nem o Legislativo, não fazem sua parte, tendo em vista o grande número de visitas diárias e a biblioteca está com a quantidade de livros muito pequena para atender a demanda e quem estiver com livro em casa que não esteja sendo utilizado deveria doar para fortalecer o acervo da biblioteca

BIBLIOTECA DE CARAÚBAS


BIBLIOTECA PÚBLICA MUNICIPAL “DESEMBARGADOR LUIZ MANOEL FERNANDES

A Biblioteca Pública Municipal Desembargador Luiz Manoel Fernandes, ora instalada a Rua Getúlio Vargas, nº 30, centro de Caraúbas; fundada em 7 de setembro de 1942, conta hoje com um diversificado acervo de livros, dispostos a consultas, pesquisas e, na sua quase totalidade, a empréstimo aos associados. Funcionando de segundas a sexta, das 7 às 12 horas e as 13 às 17:30 horas. Dispões pessoal capacitado para orientar, informar, dar apoio e assistência aos usuários na escolha de boas leituras e na identificação de material de Pesquisas estudantis e de atividades didáticas, culturais, etc.
É interesse dessa biblioteca:
# Formar cada vez mais leitores em todas as faixas etárias sociais.
# Compor parcerias com os professores a fim de incluir-se em seus currículos.
# Oferecer ao público um ambiente próprio ao recolhimento, ao estudo e ao lazer intelectual.
Disponibilizar (espaços para exposições de trabalhos didáticos ou culturais literários; plásticos).
Colaborar de bom grado com os promotores de cultura.
# Receber, penhoradamente, doações de livros, jornais, revistas, apostilhas e o mais que venha aumentar e enriquecer-lhe o acervo.
# Informatizar-se.
Acatar sugestões para (e críticas quanto) seu desempenho, para auto-avaliação e buscas de aperfeiçoamento.
ASSOCIE-SE JÁ!!! LEIA MAIS!!!
Patrono
Natural de Caraúbas, nascido a 28 de fevereiro de 1856. Faleceu em Natal a 21 de setembro de 1935. Magistrado, historiador. “Ao lado de Vicente de Lemos e Tavares de Lira, formou o trio precursor da historiografia potiguar”
Em seu livro Estudos Norte-Riograndenses, Manoel Onofre Júnior, diz: “Alguns dos historiadores potiguares não escreveram livros, nem se preocuparam em juntar num volume a sua obra esparsa em

segunda-feira, 4 de maio de 2009

BIBLIOTECA NEY PONTES - MOSSORÓ

A Biblioteca Pública Municipal de Mossoró foi oficialmente criada no dia 05 de abril de 1948, como cumprimento de promessa de campanha. A idéia foi do seu irmão Vingt-un Rosado. Mas Dix-sept era bastante sensível para entender as necessidades do município. É o próprio Vingt-un quem confessa: “Convenci Dix-sept a prometer a criação de uma Biblioteca Pública Municipal, que seria oficializada através do Decreto Executivo n.º 04, apenas cinco dias depois da sua posse na Prefeitura”.

Para que o projeto fosse concretizado, Dix-sept nomeou uma comissão organizadora, formada por: João Damasceno da Silva Oliveira, José Romualdo de Souza, José Ferreira da Silva, Rafael Bruno de Medeiros e Vingt-un Rosado Maia, todos cidadãos comprometidos com a cultura mossoroense.

Os ofícios de comunicação da criação da Biblioteca e o pedido de registro no Instituto Nacional do Livro foram redigidos por João Damasceno. O espaço físico foi conseguido pela Prefeitura no pavilhão térreo do Clube Ipiranga. Em depoimento, Vingt-un fala das dificuldades iniciais para que o sonho se tornasse realidade: “ Nenhum de nós, eu, Ferreira, América Rosado, tinha curso de biblioteconomia. Lemos alguns livros especializados e começamos a tarefa. Dix-sept visitava o trabalho quase diariamente. Mandou fazer as estantes e o mobiliário necessário”.

Para a formação do acervo da Biblioteca, contou-se com a colaboração dos mossoroenses. O padre Mota, ex-prefeito e vigário de Mossoró, fez doação de 300 volumes de sua biblioteca particular. Augusto da Escóssia na época era o presidente do Ipiranga. Por solicitação da comissão, permitiu que a Biblioteca Hemetério Queiroz fosse incorporada à Biblioteca Pública. De Natal, Dix-huit Rosado mandou várias caixas de livros arrecadados entre os amigos, de forma que na sua inauguração, a Biblioteca já contava com um acervo de 1.888 obras em 2.131 volumes. Visando criar nos jovens o hábito da leitura, o prefeito Dix-sept Rosado inseriu na Biblioteca uma seção de estados infantis. A idéia era inédita, pelo menos no Rio Grande do Norte. E isso era só o começo. Com a Biblioteca, veio o Museu, veio o Boletim Bibliográfico e a Coleção Mossoroense, tudo como desdobramento da idéia inicial da Bibiioteca.

Dix-sept não concluiu seu mandato como prefeito de Mossoró. Foi eleito governador do Estado a 6 de junho de 1950, quando já se encontrava licenciado, assumindo o governo em 31 de janeiro de 1951. E como Governador do Estado do Rio Grande do Norte, não teve tempo de fazer mais pela cultura mossoroense. Morreu num desastre aviatório no dia 12 de junho de 1951, nas proximidades do campo de pouso de Aracaju, em Sergipe, cinco meses após a sua posse. Não quis o destino que ele permanecesse mais tempo entre nós. Deixou no entanto, como legado, a semente de um movimento cultural que permanece até os dias atuais, tendo na pessoa do professor Vingt-un Rosado, seu irmão casula, um eterno guardião, comandante-em-chefe do que se passou a chamar de “Batalha da Cultura”.

terça-feira, 14 de abril de 2009

FORTE DOS REIS MAGOS

FORTE DOS REIS MAGOS
- Forte militar, um dos mais importantes do país, nascido com a cidade do Natal em a 6 de janeiro de 1598. Foi ocupado pelos holandeses, quando tomou o nome de Kastell Keulen. O chefe da Revolução no Rio Grande do Norte a favor da libertação do domínio monárquico, André de Albuquerque, morreu preso e vítima de ferimento grave em uma das celas da Fortaleza no ano de 1817. Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional é um dos principais pontos de visitação turística do Estado.
“O forte se erguia, a setecentos e cinqüenta metros da barra, em cima do arrecife, ilhado nas marés altas. É lugar melhor e mais lógico, anunciando e defendendo a cidade futura. A planta é do jesuíta Gaspar de Samperes, que fora mestre nas traças de engenharia, na Espanha e Flandres, antes de pertencer à Companhia de Jesus. É a forma clássica do forte marítimo, afetando o modelo do polígono estrelado. O tenalhão abica para o norte, mirando a barra, com os dois salientes. No final, a gola termia dois por dois baluartes. O da destra, na curvatura, oculta o portão, entrada única, ainda defendida por um cofre de franqueamento, para quatro atiradores e, sobrepostos à cortina ou gola, os caminhos de ronda e uma banqueta de mosquetaria. Com sessenta e quatro metros de comprimento, perímetro de duzentos e quarenta, frente e gola de sessenta metros, o forte artilhava-se de maneira irrepreensível. Atiraria por canhoneiras e a mosqueteira pela gola em seteira no cofre ou de visada na banqueta. A artilharia principal atirava a barbeta” (História da Cidade do Natal. 3ª edição. Luís da Câmara Cascudo).

PORTAL TERRAS POTIGUARES NEWS

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